CAUIM EXIBE, NO PROJETO CINEMA PARA TODOS, FILMES RELACIONADOS AOS DIREITOS HUMANOS

TERMO DE FOMENTO Nº 305/2026
P
ROCESSO SCEC-PRC-2026-00161-DM
D
emanda 100883
U
GE 120125

The project CINEMA PARA TODOS consiste na realização de sessões gratuitas de cinema no Cineclube Cauim, voltadas a famílias, associações de bairros de Ribeirão Preto, por meio da FABARP – Federação das Associações de Bairros de Ribeirão Preto (CNPJ 51.822.583/0001-77), estudantes das redes pública e privada de ensino e ao público em geral. A proposta utiliza a exibição de filmes como ferramenta de reflexão e diálogo sobre temas de interesse coletivo, relacionados ao cotidiano social e cultural contemporâneo. O objetivo do projeto é aproximar a população ribeirão-pretana da linguagem cinematográfica, ampliando o acesso à cultura e contribuindo para a formação crítica e integral dos participantes.

O Cinema, considerado a Sétima Arte, é uma das formas de expressão mais poderosas da humanidade, devido à sua capacidade única de fundir, em uma experiência sensorial completa, imagem, som, tempo, espaço, narrativa…
Muito mais do que entretenimento, o Cinema funciona como um espelho da sociedade, sendo capaz de documentar épocas, questionar valores e, acima de tudo, gerar empatia, ao nos permitir “viver” vidas que não são as nossas.
A importância dos filmes para o público em geral reside na sua função de catarse e conexão.
Para muitos, o Cinema é:

1 – Uma janela para o mundo, ao permitir conhecer culturas, línguas e realidades geográficas distantes e diversas, sem sair da poltrona;

2 – Educação Emocional, ao auxiliar a processar sentimentos complexos, como o luto, o amor e o medo, por intermédio das histórias vividas pelos personagens;

3 – Memória Coletiva, por realizar filmes que se tornam marcos culturais definidores de gerações.

E, embora o Cinema seja uma arte de massas, existe uma distinção clara entre os tipos de filmes e como eles chegam ao público. Essa “acessibilidade” pode ser entendida de duas formas: econômica/distributiva e intelectual/estética.
O Cinema cumpre seu papel pleno como arte, quando desafia o espectador, tirando-o de sua zona de conforto, ao mesmo tempo em que oferece o acolhimento de uma boa história.
Terminado esse preâmbulo, é importante destacar que, procurando desmistificar a crença ou a opinião geral de que filmes classificados como sendo de Arte e/ou considerados clássicos são difíceis de serem compreendidos pelo espectador comum, o Cauim, o cineclube que promove cultura e cidadania em Ribeirão Preto, criou as sessões CINEMA PARA TODOS.
Todos os filmes a serem exibidos nas sessões são de fácil compreensão e com classificação indicativa livre. Mas, mesmo assim, eles levam o espectador a refletir e a se questionar, além de fazê-lo perceber que o Cinema não se resume a filmes de ação ou aos blockbusters hollywoodianos. Também fazem o público entender que não é por ser em preto e branco ou em cores ou pertencer à fase do Cinema Mudo ou à fase do Cinema Sonoro que uma fita se torna boa ou ruim.
E, neste mês de junho de 2026, nas sessões O Mundo no Cinema, o Cauim irá exibir uma série de filmes relacionados aos direitos humanos.
A seguir, a Programação completa:

PROGRAMAÇÃO DOS DIAS 06/06/2026 E 07/06/2026

06/06/2026 – 16 horas
Cidadão Jatobá (1987, 14’)
Um grupo de índios jovens de diferentes etnias do Parque Indígena do Xingu, no norte do Mato Grosso, aprende a construir a tradicional canoa feita da casca do Jatobá. Devido às limitações do parque, esse tipo de canoa de rápido feitio, que servia principalmente para a exploração das redondezas, deixou de ser usada e só os mais velhos da aldeia ainda sabem construí-la.
Direction: Maria Luiza Aboim
Ga vī: A Voz do Barro (2021, 11’)
Ga vī: A Voz do Barro é um filme de Animação
que conta histórias Kaingang sobre a tradição da cerâmica, barro, território e ancestralidade, produzido a partir do encontro de saberes de mulheres Kaingang na terra indígena Apucaraninha, localizada no norte do Paraná. O filme é realizado a partir do evento Ga vī: a voz do barro, conversando com a terra, um encontro de saberes entre mulheres Kaingang e cerâmica. É um curta-metragem, em Animação, com objetivo de compartilhar com mais pessoas esses conhecimentos, fortalecer essas práticas e também servir como material e memória para jovens Kaingang.
Direction:  Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber Kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita & Vini Albernaz

Amazônia Sem Garimpo (2022, 7’)
Amazônia Sem Garimpo
é um filme de Animação que explica, de forma sensível, os impactos da mineração ilegal nos rios e na vida dos povos indígenas. Com uma linguagem acessível e visual marcante, o filme é um ótimo ponto de partida para conversar sobre floresta, território e preservação.
Direction: Tiago Carvalho & Julia Bernstein

07/06/2026 – 16 horas
C
idadão Jatobá (1987, 14’)
Um grupo de índios jovens de diferentes etnias do Parque Indígena do Xingu, no norte do Mato Grosso, aprende a construir a tradicional canoa feita da casca do Jatobá. Devido às limitações do parque, esse tipo de canoa de rápido feitio, que servia principalmente para a exploração das redondezas, deixou de ser usada e só os mais velhos da aldeia ainda sabem construí-la.
Direction: Maria Luiza Aboim
G
a vī: A Voz do Barro (2021, 11’)
Ga vī: A Voz do Barro é um filme de Animação
que conta histórias Kaingang sobre a tradição da cerâmica, barro, território e ancestralidade, produzido a partir do encontro de saberes de mulheres Kaingang na terra indígena Apucaraninha, localizada no norte do Paraná. O filme é realizado a partir do evento Ga vī: a voz do barro, conversando com a terra, um encontro de saberes entre mulheres Kaingang e cerâmica. É um curta-metragem, em Animação, com objetivo de compartilhar com mais pessoas esses conhecimentos, fortalecer essas práticas e também servir como material e memória para jovens Kaingang.
Direction:  Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber Kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita & Vini Albernaz
Amazônia Sem Garimpo (2022, 7’)
Amazônia Sem Garimpo
é um filme de Animação que explica, de forma sensível, os impactos da mineração ilegal nos rios e na vida dos povos indígenas. Com uma linguagem acessível e visual marcante, o filme é um ótimo ponto de partida para conversar sobre floresta, território e preservação.
Direction: Tiago Carvalho & Julia Bernstein

PROGRAMAÇÃO DOS DIAS 13/06/2026 E 14/06/2026

13/06/2026 – 16 horas
A
Amazonas, Amazonas (1966, 15’)
Glauber Rocha's (1939-1981) first color essay, shot between God and the Devil on Earth Sun (1964) and Land in Trance (1967). It was commissioned to be a classic documentary about the natural beauties and riches of the Amazon region, but it still has Glauberian characteristics, such as the lyrical rapture of the shots and the director's nationalist concerns.
In just fifteen minutes, Glauber synthesizes and contrasts the natural beauties and riches of the Amazon region with extractive exploitation and the subjugation of local commerce to the foreign market.
Direction: Glauber Rocha
Ewé de Òsányìn: O Segredo das Folhas (2021, 22’)
Animated film.
Uma criança nasce com folhas em seu corpo, e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam; e ela foge para a mata. Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.
Direction: Pâmela Peregrino

14/06/2026 – 16 horas
A
Amazonas, Amazonas (1966, 15’)
Primeiro ensaio em cores de Glauber Rocha, rodado entre God and the Devil on Earth Sun (1964) and Land in Trance (1967). It was commissioned to be a classic documentary about the natural beauties and riches of the Amazon region, but it still has Glauberian characteristics, such as the lyrical rapture of the shots and the director's nationalist concerns.
In just fifteen minutes, Glauber synthesizes and contrasts the natural beauties and riches of the Amazon region with extractive exploitation and the subjugation of local commerce to the foreign market.
Direction: Glauber Rocha
Ewé de Òsányìn: O Segredo das Folhas (2021, 22’)
Animated film.
Uma criança nasce com folhas em seu corpo, e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam; e ela foge para a mata. Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.
Direction: Pâmela Peregrino

PROGRAMAÇÃO DOS DIAS 20/06/2026 E 21/06/2026

20/06/2026 – 16 horas
Cidadão Jatobá
(1987, 14’)
Um grupo de índios jovens de diferentes etnias do Parque Indígena do Xingu, no norte do Mato Grosso, aprende a construir a tradicional canoa feita da casca do Jatobá. Devido às limitações do parque, esse tipo de canoa de rápido feitio, que servia principalmente para a exploração das redondezas, deixou de ser usada e só os mais velhos da aldeia ainda sabem construí-la.
Direction: Maria Luiza Aboim
Ga vī: A Voz do Barro (2021, 11’)
Ga vī: A Voz do Barro é um filme de Animação
que conta histórias Kaingang sobre a tradição da cerâmica, barro, território e ancestralidade, produzido a partir do encontro de saberes de mulheres Kaingang na terra indígena Apucaraninha, localizada no norte do Paraná. O filme é realizado a partir do evento Ga vī: a voz do barro, conversando com a terra, um encontro de saberes entre mulheres Kaingang e cerâmica. É um curta-metragem, em Animação, com objetivo de compartilhar com mais pessoas esses conhecimentos, fortalecer essas práticas e também servir como material e memória para jovens Kaingang.
Direction:  Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber Kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita & Vini Albernaz
Amazônia Sem Garimpo (2022, 7’)
Amazônia Sem Garimpo
é um filme de Animação que explica, de forma sensível, os impactos da mineração ilegal nos rios e na vida dos povos indígenas. Com uma linguagem acessível e visual marcante, o filme é um ótimo ponto de partida para conversar sobre floresta, território e preservação.
Direction: Tiago Carvalho & Julia Bernstein

21/06/2026 – 16 horas
C
idadão Jatobá (1987, 14’)
Um grupo de índios jovens de diferentes etnias do Parque Indígena do Xingu, no norte do Mato Grosso, aprende a construir a tradicional canoa feita da casca do Jatobá. Devido às limitações do parque, esse tipo de canoa de rápido feitio, que servia principalmente para a exploração das redondezas, deixou de ser usada e só os mais velhos da aldeia ainda sabem construí-la.
Direction: Maria Luiza Aboim
Ga vī: A Voz do Barro (2021, 11’)
Ga vī: A Voz do Barro é um filme de Animação
que conta histórias Kaingang sobre a tradição da cerâmica, barro, território e ancestralidade, produzido a partir do encontro de saberes de mulheres Kaingang na terra indígena Apucaraninha, localizada no norte do Paraná. O filme é realizado a partir do evento Ga vī: a voz do barro, conversando com a terra, um encontro de saberes entre mulheres Kaingang e cerâmica. É um curta-metragem, em Animação, com objetivo de compartilhar com mais pessoas esses conhecimentos, fortalecer essas práticas e também servir como material e memória para jovens Kaingang.
Direction:  Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber Kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita & Vini Albernaz
Amazônia Sem Garimpo (2022, 7’)
Amazônia Sem Garimpo
é um filme de Animação que explica, de forma sensível, os impactos da mineração ilegal nos rios e na vida dos povos indígenas. Com uma linguagem acessível e visual marcante, o filme é um ótimo ponto de partida para conversar sobre floresta, território e preservação)
Direction: Tiago Carvalho & Julia Bernstein

PROGRAMAÇÃO DOS DIAS 27/06/2026 E 28/06/2026

27/06/2026 – 16 horas
A
Amazonas, Amazonas (1966)
Primeiro ensaio em cores de Glauber Rocha, rodado entre God and the Devil on Earth Sun (1964) and Land in Trance (1967). It was commissioned to be a classic documentary about the natural beauties and riches of the Amazon region, but it still has Glauberian characteristics, such as the lyrical rapture of the shots and the director's nationalist concerns.
In just fifteen minutes, Glauber synthesizes and contrasts the natural beauties and riches of the Amazon region with extractive exploitation and the subjugation of local commerce to the foreign market.
Direction: Glauber Rocha
E
wé de Òsányìn: O Segredo das Folhas (2021, 22’)
Animated film.
Uma criança nasce com folhas em seu corpo, e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam; e ela foge para a mata. Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.
Direction: Pâmela Peregrino

28/06/2026 – 16 horas
A
Amazonas, Amazonas (1966)
Primeiro ensaio em cores de Glauber Rocha, rodado entre God and the Devil on Earth Sun (1964) and Land in Trance (1967). It was commissioned to be a classic documentary about the natural beauties and riches of the Amazon region, but it still has Glauberian characteristics, such as the lyrical rapture of the shots and the director's nationalist concerns.
In just fifteen minutes, Glauber synthesizes and contrasts the natural beauties and riches of the Amazon region with extractive exploitation and the subjugation of local commerce to the foreign market.
Direction: Glauber Rocha
Ewé de Òsányìn: O Segredo das Folhas (2021, 22’)
Animated film.
Uma criança nasce com folhas em seu corpo, e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam; e ela foge para a mata. Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.
Direction: Pâmela Peregrino

OBSERVAÇÃO: EM TODAS AS SESSÕES, A ENTRADA SERÁ GRATUITA.


“"My great passion is the Cauim Film Club, an NGO that aims to spread culture through music, theater, and film, so that the population of the municipality can benefit from an educational tool."”

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