A Sessão Permanente Petrobras é uma atividade gratuita e aberta à população de Ribeirão Preto e região, dedicada à difusão do audiovisual e à ampliação do acesso à cultura. A programação contempla, sempre que possível, a exibição de filmes patrocinados pela Petrobras ou cuja restauração teve o apoio da Petrobras, valorizando a produção cinematográfica nacional e promovendo o encontro do público com obras de reconhecida relevância artística, cultural e social. A iniciativa busca formar público, incentivar o acesso democrático ao cinema e fortalecer a cultura brasileira por meio de sessões regulares destinadas a pessoas de todas as idades.
Neste mês de agosto, na Sessão Permanente Petrobras, será exibido, em dez sessões, o filme Meu Nome Não É Johnny, que teve o patrocínio da Petrobras em sua produção.
As sessões acontecerão nos dias 07, 08, 09, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16 de agosto, sempre às 16 horas (quatro horas da tarde).
Meu Nome Não É Johnny (Brasil, 2008, 124 minutos)
Direção: Mauro Lima
Elenco: Selton Mello, Cléo Pires, Rafaela Mandelli, Ângelo Paes Leme, Cássia Kiss, Júlia Lemmertz, Giulio Lopes, Luís Miranda, Márcio Vito, Arthur Lopes, Eva Todor
O filme tem classificação indicativa de 14 anos.
Filho de executivos, João Guilherme Estrella é um jovem de classe média alta, que frequentou os melhores colégios do Rio de Janeiro e tem amigos entre as mais influentes famílias brasileiras. Carismático e aventureiro, o rapaz se envolveu, entre 1982 e 1995, em todas as experimentações que sua juventude permitia, tornando-se o principal fornecedor de drogas da alta sociedade carioca, sem nunca ter pisado na favela. Ficou conhecido como o “rei do tráfico de luxo”. João nem imaginava que estava sendo investigado pela polícia, quando decidiu ampliar seus negócios para Barcelona, Veneza e outras conexões internacionais. Acabou sendo preso e viu o céu se transformar em inferno, ao passar pela penitenciária e manicômio.
Baseado no livro homônimo de Guilherme Fiuza, Meu Nome Não É Johnny se destaca por equilibrar com precisão o tom cômico e a tragédia pessoal, mostrando como o envolvimento gradual com o crime levou João Guilherme à inevitável queda e prisão.
Além de ser um retrato envolvente sobre escolhas e suas consequências, o longa faz uma crítica sutil à hipocrisia social e ao sistema carcerário. A atuação memorável de Selton Mello dá profundidade ao protagonista, transformando o filme em um estudo fascinante sobre a busca por identidade e a possibilidade de redenção.
Nós do Cauim, o cineclube que promove cultura e cidadania em Ribeirão Preto, esperamos por você.
PROJETO: MAG • MEMORIAL DO AQUÍFERO GUARANI • CAUIM • PRONAC: 261374
PATROCÍNIO: PETROBRAS