CAUIM EXIBE, NO PROJETO CINEMA & CIDADANIA, FILMES RELACIONADOS AOS DIREITOS HUMANOS

TERMO DE FOMENTO Nº 303/2026
P
ROCESSO SCEC-PRC-2026-00154-DM
D
emanda 100835
U
GE 120125

O projeto CINEMA & CIDADANIA é uma atividade dirigida às associações de bairros de Ribeirão Preto, por meio da FABARP – Federação das Associações de Bairros de Ribeirão Preto (CNPJ 51.822.583/0001-77), alunos da rede pública e privada de ensino e população em geral. Serão exibidos filmes que possibilitam a discussão de temas relacionados com a Cidadania. O objetivo do projeto é aproximar a população ribeirão-pretana desta forma de cultura e dos universos que ela abre para a formação integral do ser humano.

A origem da palavra “cidadania” vem do latim “civitas”, que quer dizer “cidade”.
Na Grécia antiga, considerava-se cidadão aquele nascido em terras gregas.
Na Roma antiga, a palavra cidadania era usada para indicar a situação política de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer.
Juridicamente, cidadão é o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado.
Em um conceito mais amplo, cidadania quer dizer a qualidade de ser cidadão e, consequentemente, possuir direitos e deveres.
Dito isso, esclarecemos que os filmes apresentados nas sessões CINEMA & CIDADANIA discutem temas ligados à cidadania, tendo como objetivo despertar nos espectadores o espírito crítico.
E um dos temas ligados à cidadania é o dos direitos humanos. Sendo assim, o Cauim, o cineclube que promove cidadania e cultura em Ribeirão Preto exibirá, de 1º de junho e 30 de junho de 2026, dentro do Projeto CINEMA & CIDADANIA, uma série de filmes relacionados ao tema direitos humanos.
A seguir, segue a PROGRAMAÇÃO completa.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE 1º/06/2026 A 05/06/2026

1º/06/2026 – 18 horas

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90’)
Y
õg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero & Luisa Lanna
Este documentário tem classificação indicativa livre.

02/06/2026 – 18 horas

Pau D’Arco (2025, 89’)
Depois de sobreviver à chacina em que a polícia matou dez trabalhadores sem-terra, a principal testemunha do crime e seu advogado lutam por justiça e pelo direito à terra. Ao seguir seus passos por sete anos na Amazônia Paraense, acontecimentos chocantes indicam uma possível tentativa de encobrir o crime.
Direção: Ana Aranha
Este documentário tem classificação indicativa de 14 anos.

03/06/2026 – 18 horas

Ainda Há Moradores Aqui (2025, 43’)
Em meio a bairros fantasmas, Ainda Há Moradores Aqui expõe as marcas do desastre industrial causado pela mineradora Braskem em Maceió, capital de Alagoas. O filme dá rosto e voz para preservar a memória das pessoas que resistem e lutam por justiça e reparação.
Direção: Tiago Rodrigues
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

04/06/2026 – 18 horas

Volta Grande (2020, 27’)
Famílias ribeirinhas lutam para retornar ao seu território nas margens do rio Xingu, de onde foram expulsas pela Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Em uma articulação inédita, criam o Conselho Ribeirinho, responsável por reconhecer as famílias tradicionais deslocadas e criar uma proposta de reparação que garanta seus direitos territoriais e a manutenção de seu modo de vida. Após anos de luta, os ribeirinhos finalmente retornam ao seu território.
Direção: Fábio Nascimento
Este documentário tem classificação indicativa livre.

Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 17’)
C
errado, Coração das Águas: Conexão Caatinga transporta o espectador por uma viagem pelas águas que ligam o Cerrado à Amazônia, à Caatinga e ao Pantanal, desde a nascente até o encontro com grandes rios. A partir dos relatos de povos indígenas e de povos e comunidades tradicionais, destacam-se as ameaças e a destruição do meio ambiente e dos modos de vida que protegem a Natureza.
Direção: Fellipe Abreu & Luis Felipe Silva
Este documentário tem classificação indicativa livre.
As Lavadeiras do Rio Acaraú Transformam a Embarcação em Nave de Condução
(2021, 12’)
O fluxo das águas do Rio Acaraú, que atravessa a cidade de Sobral, no Ceará, conta uma história na qual o esfregar e o voar fazem parte do mesmo gesto coletivo.
Direção: Kulumym-Açu
Este documentário/experimental tem classificação livre)
K
utala (2025, 5’)
As brincadeiras de crianças de terreiro do Kilombu Manzo, na observância dos mais velhos, transmitem o saber ancestral à geração neta, em que passado, presente e futuro se entrelaçam, demostrando que o saber quilombola está plantado nas matas e corre livre nos caminhos das águas, fazendo-nos confundir a interpretação do ontem no tempo do hoje.
Direção: Fabio Martins & Quilombo Manz)
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

05/06/2025 – 18 horas

Grão (2020, 16’)
Um olhar poético sobre a luta de famílias em Mato Grosso. São famílias que resistem aos venenos, à truculência e ao poder do agronegócio com trabalho, força e fé.
Direção: Adriana Miranda
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

Uma imagem do filme Grão.

Faísca (2025, 12’)
O desaparecimento das onças do território provoca desolação na comunidade. Mulheres de gerações diferentes se mobilizam para o retorno das onças, antes que todas desapareçam.
Direção: Bárbara Matias Kariri
Este filme experimental tem classificação indicativa livre)
S
ukande Kasáká|Terra Doente (2025, 30’)
Kamikia e Lewaiki, do povo Kisêdjê, são obrigados a abandonar sua maior aldeia após detectarem a contaminação por agrotóxicos, que envenena suas terras, rios e alimentos. Cercados por monoculturas de soja, eles lutam para proteger sua cultura, suas famílias e seu território, enfrentando um inimigo invisível que ameaça sua existência.
Direção: Kamikia Kisedje & Fred Rahal
Este documentário tem classificação indicativa livre.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE 08/06/2026 A 12/06/2026

08/06/2026 – 18 horas

Pau D’Arco (2025, 89’)
Depois de sobreviver à chacina em que a polícia matou dez trabalhadores sem-terra, a principal testemunha do crime e seu advogado lutam por justiça e pelo direito à terra. Ao seguir seus passos por sete anos na Amazônia Paraense, acontecimentos chocantes indicam uma possível tentativa de encobrir o crime.
Direção: Ana Aranha
Este documentário tem classificação indicativa de 14 anos.

09/06/2026 – 18 horas

Volta Grande (2020, 27’)
Famílias ribeirinhas lutam para retornar ao seu território nas margens do rio Xingu, de onde foram expulsas pela Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Em uma articulação inédita, criam o Conselho Ribeirinho, responsável por reconhecer as famílias tradicionais deslocadas e criar uma proposta de reparação que garanta seus direitos territoriais e a manutenção de seu modo de vida. Após anos de luta, os ribeirinhos finalmente retornam ao seu território.
Direção: Fábio Nascimento
Este documentário tem classificação livre.
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 17’)
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga transporta o espectador por uma viagem pelas águas que ligam o Cerrado à Amazônia, à Caatinga e ao Pantanal, desde a nascente até o encontro com grandes rios. A partir dos relatos de povos indígenas e de povos e comunidades tradicionais, destacam-se as ameaças e a destruição do meio ambiente e dos modos de vida que protegem a Natureza.
Direção: Fellipe Abreu & Luis Felipe Silva
Este documentário tem classificação livre.
As
Lavadeiras do Rio Acaraú Transformam a Embarcação em Nave de Condução (2021, 12’)
O fluxo das águas do Rio Acaraú, que atravessa a cidade de Sobral, no Ceará, conta uma história na qual o esfregar e o voar fazem parte do mesmo gesto coletivo.
Direção: Kulumym-Açu
Este documentário/experimental tem classificação livre.
Kutala (2025, 5’)
As brincadeiras de crianças de terreiro do Kilombu Manzo, na observância dos mais velhos, transmitem o saber ancestral à geração neta, em que passado, presente e futuro se entrelaçam, demostrando que o saber quilombola está plantado nas matas e corre livre nos caminhos das águas, fazendo-nos confundir a interpretação do ontem no tempo do hoje.
Direção: Fabio Martins & Quilombo Manzo
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

10/06/2026 – 18 horas

Ainda Há Moradores Aqui (2025, 43’)
Em meio a bairros fantasmas, Ainda Há Moradores Aqui expõe as marcas do desastre industrial causado pela mineradora Braskem em Maceió, capital de Alagoas. O filme dá rosto e voz para preservar a memória das pessoas que resistem e lutam por justiça e reparação.
Direção: Tiago Rodrigues
Este documentário tem classificação indicativa de 13 anos.

11/06/2025 – 18 horas

Grão (2020, 16’)
Um olhar poético sobre a luta de famílias em Mato Grosso. São famílias que resistem aos venenos, à truculência e ao poder do agronegócio com trabalho, força e fé.
Direção: Adriana Miranda
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.
Faísca (2025, 12’)
O desaparecimento das onças do território provoca desolação na comunidade. Mulheres de gerações diferentes se mobilizam para o retorno das onças, antes que todas desapareçam.
Direção: Bárbara Matias Kariri
Este filme experimental tem classificação indicativa livre.
Sukande Kasáká|Terra Doente (2025, 30’)
Kamikia e Lewaiki, do povo Kisêdjê, são obrigados a abandonar sua maior aldeia após detectarem a contaminação por agrotóxicos, que envenena suas terras, rios e alimentos. Cercados por monoculturas de soja, eles lutam para proteger sua cultura, suas famílias e seu território, enfrentando um inimigo invisível que ameaça sua existência.
Direção: Kamikia Kisedje & Fred Rahal
Este documentário tem classificação indicativa livre.

12/06/2026 – 18 horas

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90’)
Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero & Luisa Lanna
Este documentário tem classificação indicativa livre.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE 15/06/2026 A 19/06/2026

15/06/2026 – 18 horas

Volta Grande (2020, 27’)
Famílias ribeirinhas lutam para retornar ao seu território nas margens do rio Xingu, de onde foram expulsas pela Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Em uma articulação inédita, criam o Conselho Ribeirinho, responsável por reconhecer as famílias tradicionais deslocadas e criar uma proposta de reparação que garanta seus direitos territoriais e a manutenção de seu modo de vida. Após anos de luta, os ribeirinhos finalmente retornam ao seu território.
Direção: Fábio Nascimento
Este documentário tem classificação livre.
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 17’)
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga transporta o espectador por uma viagem pelas águas que ligam o Cerrado à Amazônia, à Caatinga e ao Pantanal, desde a nascente até o encontro com grandes rios. A partir dos relatos de povos indígenas e de povos e comunidades tradicionais, destacam-se as ameaças e a destruição do meio ambiente e dos modos de vida que protegem a Natureza.
Direção: Fellipe Abreu & Luis Felipe Silva
Este documentário tem classificação livre.
As Lavadeiras do Rio Acaraú Transformam a Embarcação em Nave de Condução
(2021, 12’)
O fluxo das águas do Rio Acaraú, que atravessa a cidade de Sobral, no Ceará, conta uma história na qual o esfregar e o voar fazem parte do mesmo gesto coletivo.
Direção: Kulumym-Açu
Este documentário/experimental tem classificação livre.
Kutala (2025, 5’)
As brincadeiras de crianças de terreiro do Kilombu Manzo, na observância dos mais velhos, transmitem o saber ancestral à geração neta, em que passado, presente e futuro se entrelaçam, demostrando que o saber quilombola está plantado nas matas e corre livre nos caminhos das águas, fazendo-nos confundir a interpretação do ontem no tempo do hoje.
Direção: Fabio Martins & Quilombo Manzo
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

16/06/2025 – 18 horas

Grão (2020, 16’)
Um olhar poético sobre a luta de famílias em Mato Grosso. São famílias que resistem aos venenos, à truculência e ao poder do agronegócio com trabalho, força e fé.
Direção: Adriana Miranda
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.
Faísca (2025, 12’)
O desaparecimento das onças do território provoca desolação na comunidade. Mulheres de gerações diferentes se mobilizam para o retorno das onças, antes que todas desapareçam.
Direção: Bárbara Matias Karir)
Este filme experimental tem classificação indicativa livre.
Sukande Kasáká|Terra Doente (2025, 30’)
Kamikia e Lewaiki, do povo Kisêdjê, são obrigados a abandonar sua maior aldeia após detectarem a contaminação por agrotóxicos, que envenena suas terras, rios e alimentos. Cercados por monoculturas de soja, eles lutam para proteger sua cultura, suas famílias e seu território, enfrentando um inimigo invisível que ameaça sua existência.
Direção: Kamikia Kisedje & Fred Raha)
Este documentário tem classificação indicativa livre.

17/06/2026 – 18 horas

Ainda Há Moradores Aqui (2025, 43’)
Em meio a bairros fantasmas, Ainda Há Moradores Aqui expõe as marcas do desastre industrial causado pela mineradora Braskem em Maceió, capital de Alagoas. O filme dá rosto e voz para preservar a memória das pessoas que resistem e lutam por justiça e reparação.
Direção: Tiago Rodrigues
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

18/06/2026 – 18 horas

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90’)
Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero & Luisa Lanna
Este documentário tem classificação indicativa livre.

19/06/2026 – 18 horas

Pau D’Arco (2025, 89’)
Depois de sobreviver à chacina em que a polícia matou dez trabalhadores sem-terra, a principal testemunha do crime e seu advogado lutam por justiça e pelo direito à terra. Ao seguir seus passos por sete anos na Amazônia Paraense, acontecimentos chocantes indicam uma possível tentativa de encobrir o crime.
Direção: Ana Aranha
Este documentário tem classificação indicativa de 14 anos.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE 22/06/2026 A 26/06/2026

22/06/2025 – 18 horas

Grão (2020, 16’)
Um olhar poético sobre a luta de famílias em Mato Grosso. São famílias que resistem aos venenos, à truculência e ao poder do agronegócio com trabalho, força e fé.
Direção: Adriana Miranda
Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos)
Faísca (2025, 12’)
O desaparecimento das onças do território provoca desolação na comunidade. Mulheres de gerações diferentes se mobilizam para o retorno das onças, antes que todas desapareçam.

Direção: Bárbara Matias Karir)
Este filme experimental tem classificação indicativa livre.
Sukande Kasáká|Terra Doente (2025, 30’)
Kamikia e Lewaiki, do povo Kisêdjê, são obrigados a abandonar sua maior aldeia após detectarem a contaminação por agrotóxicos, que envenena suas terras, rios e alimentos. Cercados por monoculturas de soja, eles lutam para proteger sua cultura, suas famílias e seu território, enfrentando um inimigo invisível que ameaça sua existência.
Direção: Kamikia Kisedje & Fred Rahal.
Este documentário tem classificação indicativa livre.

23/06/2026 – 18 horas

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90’)

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.

Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero & Luisa Lanna

Este documentário tem classificação indicativa livre.

24/06/2026 – 18 horas

Ainda Há Moradores Aqui (2025, 43’)

Em meio a bairros fantasmas, Ainda Há Moradores Aqui expõe as marcas do desastre industrial causado pela mineradora Braskem em Maceió, capital de Alagoas. O filme dá rosto e voz para preservar a memória das pessoas que resistem e lutam por justiça e reparação.

Direção: Tiago Rodrigues

Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

25/06/2026 – 18 horas

Pau D’Arco (2025, 89’)

Depois de sobreviver à chacina em que a polícia matou dez trabalhadores sem-terra, a principal testemunha do crime e seu advogado lutam por justiça e pelo direito à terra. Ao seguir seus passos por sete anos na Amazônia Paraense, acontecimentos chocantes indicam uma possível tentativa de encobrir o crime.

Direção: Ana Aranha

Este documentário tem classificação indicativa de 14 anos.

22/06/2026 – 18 horas

Volta Grande (2020, 27’)

Famílias ribeirinhas lutam para retornar ao seu território nas margens do rio Xingu, de onde foram expulsas pela Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Em uma articulação inédita, criam o Conselho Ribeirinho, responsável por reconhecer as famílias tradicionais deslocadas e criar uma proposta de reparação que garanta seus direitos territoriais e a manutenção de seu modo de vida. Após anos de luta, os ribeirinhos finalmente retornam ao seu território.

Direção: Fábio Nascimento

Este documentário tem classificação livre.

Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 17’)

Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga transporta o espectador por uma viagem pelas águas que ligam o Cerrado à Amazônia, à Caatinga e ao Pantanal, desde a nascente até o encontro com grandes rios. A partir dos relatos de povos indígenas e de povos e comunidades tradicionais, destacam-se as ameaças e a destruição do meio ambiente e dos modos de vida que protegem a Natureza.

Direção: Fellipe Abreu & Luis Felipe Silva

Este documentário tem classificação livre.

As Lavadeiras do Rio Acaraú Transformam a Embarcação em Nave de Condução (2021, 12’)

O fluxo das águas do Rio Acaraú, que atravessa a cidade de Sobral, no Ceará, conta uma história na qual o esfregar e o voar fazem parte do mesmo gesto coletivo.

Direção: Kulumym-Açu

Este documentário/experimental tem classificação livre.

Kutala (2025, 5’)

As brincadeiras de crianças de terreiro do Kilombu Manzo, na observância dos mais velhos, transmitem o saber ancestral à geração neta, em que passado, presente e futuro se entrelaçam, demostrando que o saber quilombola está plantado nas matas e corre livre nos caminhos das águas, fazendo-nos confundir a interpretação do ontem no tempo do hoje.

Direção: Fabio Martins & Quilombo Manzo

Este documentário tem classificação indicativa de 12 anos.

PROGRAMAÇÃO DOS DIAS 29/06/2026 e 30/06/2026

29/06/2026 – 18 horas

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90’)

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.

Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero & Luisa Lanna

Este documentário tem classificação indicativa livre.

25/06/2026 – 18 horas

Pau D’Arco (2025, 89’)

Depois de sobreviver à chacina em que a polícia matou dez trabalhadores sem-terra, a principal testemunha do crime e seu advogado lutam por justiça e pelo direito à terra. Ao seguir seus passos por sete anos na Amazônia Paraense, acontecimentos chocantes indicam uma possível tentativa de encobrir o crime.

Direção: Ana Aranha

Este documentário tem classificação indicativa de 14 anos.


“Minha grande paixão é o Cineclube Cauim, uma ONG que tem como objetivo disseminar a cultura através da música, teatro e cinema, para que a população do município possa usufruir de uma ferramenta educacional.”

– Sócrates, jogador

O Cineclube Cauim é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 1979 e patrimônio da cidade de Ribeirão Preto – SP e do Brasil, promove a cidadania através da Cultura e Educação.

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