{"id":7195,"date":"2025-05-07T10:29:48","date_gmt":"2025-05-07T13:29:48","guid":{"rendered":"https:\/\/cauim.org\/?p=7195"},"modified":"2026-01-29T15:48:32","modified_gmt":"2026-01-29T18:48:32","slug":"o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cauim.org\/fr\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/","title":{"rendered":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"7195\" class=\"elementor elementor-7195\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-d88fbb2 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"d88fbb2\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4611062f\" data-id=\"4611062f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7df9e0aa elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7df9e0aa\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><\/p>\n<p>Sele\u00e7\u00e3o,<em> Organiza\u00e7\u00e3o e Edi\u00e7\u00e3o: Marco Aur\u00e9lio Lucchetti<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Pedro Maciel Guimar\u00e3es:<\/strong> A carreira de Hitchcock \u00e9 cheia de mulheres com as quais o diretor estabelece colabora\u00e7\u00f5es, sobretudo as atrizes. Mas, por tr\u00e1s das c\u00e2meras, outras profissionais foram tamb\u00e9m essenciais para a constru\u00e7\u00e3o do mito hitchcokiano. A roteirista e continu\u00edsta Alma Reville (Alma Lucy Reville, 1899-1982), que foi casada com o diretor por mais de quarenta anos, \u00e9 uma dessas figuras. Alma Reville participou de filmes de outros diretores, tamb\u00e9m como roteirista; mas nada se compara \u00e0 sua colabora\u00e7\u00e3o com Hitchcock, com quem foi casada at\u00e9 a morte do cineasta em 1980.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-1.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>Alfred Hitchcock, acompanhado por sua esposa, Alma Reville.<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Lino Gr\u00fcnewald:<\/strong> Num ensaio publicado h\u00e1 tempos \u2013 <em>As Serpentes e o Caduceu<\/em> \u2013, o cineasta franc\u00eas Alain Resnais procurou definir as duas vertentes b\u00e1sicas do Cinema, ou seja, realismo e fantasia, estabelecidas desde o in\u00edcio pelos pioneiros da assim denominada S\u00e9tima Arte: Lumi\u00e8re e M\u00e9li\u00e8s. O primeiro abria as portas para a tend\u00eancia do document\u00e1rio; o segundo, para aquela da fic\u00e7\u00e3o. Desnecess\u00e1rio dizer que Alfred Hitchcock incorporou-se plenamente a esta \u00faltima e de maneira especial.<br><strong>J<\/strong><strong>aime Rodrigues:<\/strong> Alfred Joseph Hitchcock nasceu em Londres, Inglaterra, a 13 de agosto de 1899. Era filho de um pr\u00f3spero comerciante de verduras, natural de Essex. Dois per\u00edodos dividem sua carreira: o ingl\u00eas e o americano, sem que um se desligue do outro.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-2-1024x794.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>Une sc\u00e8ne de <\/em>Correspondente Estrangeiro <em>(<\/em>Foreign Correspondent<em>, 1940), um dos primeiros filmes que Hitchcock realizou nos Estados Unidos.<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Augusto:<\/strong> Seus conterr\u00e2neos o esnobaram. Uma rara exce\u00e7\u00e3o: Graham Greene, cr\u00edtico de Cinema do <em>The Spectator<\/em>, entre 1931 e 1939.<br><strong>J<\/strong><strong>aime Rodrigues:<\/strong> A obra hitchcockiana \u00e9 importante, desde que ela foi iniciada. E, se alguns filmes se destacam na sua filmografia, em todos ele deixou a sua marca inconfund\u00edvel. Suspense e Humor, estes os tra\u00e7os inconfund\u00edveis de seu estilo. De raros trabalhos hitchockianos, diga-se de passagem, est\u00e3o ausentes estes dois pontos b\u00e1sicos de sua obra. No mais, uma intelig\u00eancia e uma sensibilidade permanentes.<br><strong>J<\/strong><strong>os\u00e9 Lino Gr\u00fcnewald:<\/strong> Hitchcock afirmou: <em>\u201cEu sou, pode-se dizer, como um pintor que pinta flores. \u00c9 o modo de tratar as coisas que me interessa. Mas, por outro lado, se eu fosse um pintor, diria:<\/em> \u2018S\u00f3 posso pintar aquilo que cont\u00e9m uma mensagem.\u2019<em>\u201d<\/em> A manifesta\u00e7\u00e3o \u00f3bvia, simples, encerra sutileza via met\u00e1fora e correla\u00e7\u00e3o de aparentes heterogeneidades. E a permanente troca de est\u00edmulos entre fundo e forma e vice-versa.<br><strong>A<\/strong><strong>lfred Hitchcock:<\/strong> O \u00fanico meio de me livrar de meus medos \u00e9 fazer filmes sobre eles.<br><strong>J. C. Ismael:<\/strong> Em 1983, o bi\u00f3grafo norte-americano Donald Spoto publicou uma biografia de Hitchcock que horrorizou os admiradores do cineasta. Nela, Hitchcock \u00e9 descrito como uma pessoa mesquinha, maldosa, rancorosa, ego\u00edsta. Enfim, algu\u00e9m que ningu\u00e9m gostaria de ter como amigo e muito menos como inimigo. Mas Spoto justifica esses desvios de car\u00e1ter com a justificativa de que, se o seu biografado fosse uma pessoa <em>\u201cnormal\u201d<\/em>, iria lhe faltar sensibilidade para criar suas inesquec\u00edveis personagens, cujo fasc\u00ednio reside precisamente nesses desvios. O assassinato o fascinava. Como Thomas De Quincey, via nele uma das belas artes. <em>\u201cO assassinato \u00e9 meu tema predileto, j\u00e1 que o amor \u00e9 uma palavra cheia de suspeita.\u201d<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-3-1024x548.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p>Em <em>Cortina Rasgada<\/em> (<em>Torn Curtain<\/em>, 1967), na sequ\u00eancia em que o prof. Michael Armstrong (Paul Newman) luta com um agente comunista, o sinistro Hermann Gromek (Wolfgang Kieling), Hitchcock procurou demonstrar o quanto \u00e9 dif\u00edcil matar uma pessoa.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Alfred Hitchcock:<\/strong> Deve-se filmar assassinatos como cenas de amor e cenas de amor como assassinatos.<br><strong>E<\/strong><strong>dmar Pereira:<\/strong> Sem nunca ter ganho um Oscar \u2013 a n\u00e3o ser aquele que a Academia concede aos injusti\u00e7ados, como homenagem e pedido de desculpas \u2013, Alfred Hitchcock tornou-se o mais conhecido e o mais bem-sucedido entre todos os diretores na hist\u00f3ria do Cinema. Gordo, gentil, um pouco baixo e um pouco avarento, dono de peculiar senso de humor, usou como mat\u00e9ria-prima de seus filmes tanto a mais delirante fantasia quanto os temores mais sombrios do homem.<br><strong>E<\/strong><strong>ly Azeredo:<\/strong> E aten\u00e7\u00e3o para o equ\u00edvoco t\u00e3o corrente: Hitchcock \u00e9 um mestre, um inventor, um cineasta genial, e n\u00e3o apenas <em>\u201co mestre do Suspense\u201d<\/em>. Hitchcock \u00e9 o mestre da sedu\u00e7\u00e3o e da trai\u00e7\u00e3o das apar\u00eancias.<br><strong>T<\/strong><strong>. G. Novais:<\/strong> Nos filmes de Hitchcock, tudo n\u00e3o passa de um jogo de apar\u00eancias. E o mais claro exemplo disso pode ser encontrado em sua pen\u00faltima fita: <em>Frenesi<\/em> (1972).<br><strong>E<\/strong><strong>dilson Laranjeira:<\/strong> Hitchcock n\u00e3o improvisava nada. Quando ia para o est\u00fadio filmar, tudo estava meticulosamente planejado e ensaiado, desde a posi\u00e7\u00e3o da c\u00e2mera e seus respectivos movimentos at\u00e9 a coloca\u00e7\u00e3o do menor adere\u00e7o nos cen\u00e1rios. Isso sem falar dos ensaios exaustivos que os int\u00e9rpretes de seus filmes tinham de fazer antes de come\u00e7ar o trabalho de interpretar propriamente dito.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-4-1024x803.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>Hitchcock, dando instru\u00e7\u00f5es ao ator Paul Newman (1925-2008), durante as filmagens de<\/em> Cortina Rasgada<em>.<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Marcelo Lyra:<\/strong> Hitchcock \u00e9 talvez o mais importante cineasta cl\u00e1ssico do cinema narrativo, o homem que mais influenciou as gera\u00e7\u00f5es posteriores de cineastas.<br><strong>I<\/strong><strong>n\u00e1cio Ara\u00fajo:<\/strong> Um mestre da publicidade, sem d\u00favida. Hitchcock soube como poucos construir sua imagem: as apari\u00e7\u00f5es nos filmes, a divulga\u00e7\u00e3o de gostos exc\u00eantricos ou frases de efeito (<em>\u201cos atores s\u00e3o gado\u201d<\/em> \u00e9 a mais c\u00e9lebre delas). \u00c9 dif\u00edcil dizer como Hitch desenvolveu seu agudo senso de autopromo\u00e7\u00e3o. Talvez ele tenha se formado nos escrit\u00f3rios da Famous Players-Lasky de Londres, onde come\u00e7ou a carreira como desenhista de legendas em 1920; talvez mais tarde, quando as vicissitudes de uma carreira ainda incerta lhe ensinaram que talento e aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o eram atributos suficientes para garantir a continuidade do trabalho. Seja como for, \u00e9 preciso notar que Hitchcock, o personagem-p\u00fablico, \u00e9, antes de tudo, uma fic\u00e7\u00e3o habilmente plantada na cabe\u00e7a de seus admiradores, tanto quanto os seus filmes. Ao cri\u00e1-la, Hitch apenas desenvolveu um m\u00e9todo descoberto ainda na juventude, quando, garoto t\u00edmido e fisicamente desajeitado, escolheu para si o papel de gordo bonach\u00e3o, \u00fatil e simp\u00e1tico contador de piadas. Maneira de compensar o terr\u00edvel <em>handicap<\/em> representado pelo porte f\u00edsico, a timidez que dificultava seu contato com o mundo exterior e a educa\u00e7\u00e3o absurdamente severa recebida na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-1-1-1024x677.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>Hitchcock tinha o costume de fazer uma r\u00e1pida apari\u00e7\u00e3o em seus filmes<span style=\"color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-size: var(--uicore-typography--p-s,'10px'); font-style: var(--uicore-typography--p-st,'normal'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">.<br><\/span>N<\/em><em>a foto acima, n\u00f3s o vemos ao lado do ator Cary Grant, numa das sequ\u00eancias iniciais de<\/em> Ladr\u00e3o de Casaca <em>(<\/em>To Catch a Thief<em>, 1955).<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>R. F. Lucchetti:<\/strong> Um dos temas preferidos dos filmes de Hitchcock: o do falso culpado. Agora, penso que, em <em>Um Corpo Que Cai<\/em>, baseado num romance da dupla Pierre Boileau &amp; Thomas Narcejac, Hitch apresentou o reverso da medalha, isto \u00e9, enfocou o falso inocente. E esse falso inocente \u00e9 John \u201cScottie\u201d Ferguson, um ex-detetive da pol\u00edcia de San Francisco, que foi aposentado devido \u00e0 acrofobia e \u00e0 vertigem.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MV5BNjJhMDc5ZmUtOGJhYi00YzRiLTgzOTQtYzBlZjU4YjBjMjkxXkEyXkFqcGc@._V1_.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>James Stewart (James Maitland Stewart, 1908-1997), interpretando John \u201cScottie\u201d Ferguson, numa cena de<\/em> Um Corpo Que Cai <em>(<\/em>Vertigo<em>, 1958).<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Ely Azeredo:<\/strong> Sobre o m\u00e9todo, o estilo e o <em>toque<\/em> de Hitchcock ainda h\u00e1 muitos livros por escrever, apesar da j\u00e1 numerosa bibliografia.&nbsp; Para Antonio Moniz Vianna, o toque do Hitchcock \u00e9 <em>\u201cessa diab\u00f3lica ultra maquiav\u00e9lica capacidade de converter o in\u00f3cuo em letal, em conferir a um lugar-comum um car\u00e1ter subitamente sinistro. E n\u00e3o s\u00f3 isso \u2013 porque h\u00e1 o<\/em> sense of humour<em> que o cineasta n\u00e3o dispensa nunca, a despeito dos crimes que estejam sendo planejados ou executados durante a narrativa\u201d.<br><\/em><strong>C<\/strong><strong>\u00e1ssio Starling Carlos:<\/strong> O Hitchcock tal como conhecemos hoje, diretor de filmes esquadrinhado em firulas acad\u00eamicas e, ao mesmo tempo, capaz de fazer os ingressos para suas retrospectivas se esgotarem em minutos, \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o francesa. Durante d\u00e9cadas, sua popularidade foi superior ao seu <em>status<\/em> de artista. Se n\u00e3o fosse a teimosia dos cr\u00edticos parisienses, que se tornaram cineastas da <em>Nouvelle Vague<\/em>, ele poderia ter sido condenado \u00e0 vala comum dos <em>\u201cartes\u00e3os\u201d<\/em>. Claude Chabrol (1930-2010) &amp; \u00c9ric Rohmer (1920-2010) foram os pioneiros, autores de um minucioso estudo (<em>Hitchcock<\/em>, Paris, \u00c9ditions Universitaires, 1957, volume 6 da cole\u00e7\u00e3o <em>Classiques du Cin\u00e9ma<\/em>), ainda in\u00e9dito no Brasil. Depois, foi a vez de Fran\u00e7ois Truffaut (1932-1984) conduzir a s\u00e9rie de conversas reunidas no livro <em>Hitchcock\/Truffaut \u2013 Entrevistas<\/em> (em nosso pa\u00eds, esse livro teve duas edi\u00e7\u00f5es: a primeira foi publicada em 1986 pela Editora Brasiliense; e a segunda, lan\u00e7ada em 2004 pela Companhia&nbsp;<span style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-style: var(--uicore-typography--p-st,'normal'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">das Letras), uma das mais completas aulas de Cinema e b\u00edblia para qualquer um que se interesse por constru\u00e7\u00e3o e significa\u00e7\u00e3o de imagens. Mas, antes desses livros, Hitchcock j\u00e1 era, ao lado do norte-americano Howard Hawks (1896-1977), o cavalo de batalha adotado pela revista <\/span><em style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">Cahiers du Cin\u00e9ma<\/em><span style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-style: var(--uicore-typography--p-st,'normal'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\"> na chamada <\/span><em style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">\u201cPol\u00edtica<\/em> <em style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">dos Autores\u201d<\/em><span style=\"font-size: inherit; color: var(--uicore-typography--p-c,'#070707'); font-family: var(--uicore-typography--p-f,'Inter'); font-style: var(--uicore-typography--p-st,'normal'); font-weight: var(--uicore-typography--p-w,'600'); letter-spacing: var(--uicore-typography--p-ls,'-0.027em'); text-transform: var(--uicore-typography--p-t,'none'); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);\">, uma estrat\u00e9gia midi\u00e1tica-conceitual muito eficiente, por meio da qual alguns diretores (al\u00e9m de Hitchcock e Hawks, Vincente Minelli, Nicholas Ray e Samuel Fuller, entre outros) foram al\u00e7ados \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de artistas.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"vertical-align: bottom;\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-2-1.jpg\" alt=\"\"><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Ismail Xavier:<\/strong> No cinema de Hitchcock, o ponto essencial \u00e9 este: o dom\u00ednio dos meios, a orquestra\u00e7\u00e3o do olhar capaz de capturar o espectador. N\u00e3o admira que o privil\u00e9gio recaia sobre a quest\u00e3o do suspense. Medo e expectativa comp\u00f5em o lastro dessa captura, qualquer que seja a opini\u00e3o que se tenha sobre o valor de tal experi\u00eancia e de sua filosofia.<br><strong>J<\/strong><strong>aime Rodrigues:<\/strong> Para Hitchcock, o mist\u00e9rio raramente tem suspense. <em>\u201cNum<\/em> whodunit <em>(<\/em>quem fez isso<i>)<\/i> <em>n\u00e3o h\u00e1 suspense, mas uma esp\u00e9cie de quebra-cabe\u00e7a intelectual. O <\/em>whodunit<em> gera o tipo de curiosidade que \u00e9 vazia de emo\u00e7\u00e3o, e a emo\u00e7\u00e3o \u00e9 um ingrediente essencial do suspense. N\u00e3o aprovo realmente os<\/em> whodunits<em>. No<\/em> whodunit<em>, voc\u00ea simplesmente espera descobrir quem cometeu o crime\u201d<\/em>, afirmou o diretor.<br><strong>G<\/strong><strong>eorges Sadoul:<\/strong>&nbsp; Hitchcock adora o Cinema. Sabe contar hist\u00f3rias maravilhosamente. Influenciado pelo Expressionismo, manifestou a sua personalidade desde o seu primeiro sucesso, <em>O Inquilino<\/em>\/<em>O Inquilino Sinistro<\/em> (<em>The Lodger a Story of the London Fog<\/em>, 1927), baseado num romance de Marie Belloc Lowndes. Ele tem um incontest\u00e1vel sentido pl\u00e1stico. Prepara suas <em>d\u00e9coupages<\/em> como ningu\u00e9m. Sabe manipular com perfei\u00e7\u00e3o os <em>travellings<\/em>, a profundeza dos campos, os <em>storyboards<\/em>, as filmagens a grande dist\u00e2ncia. Estas experi\u00eancias divertiram-no muito.<br><strong>T.<\/strong><strong>&nbsp;G. Novais:<\/strong> \u00c9 incontest\u00e1vel e merecidamente o <em>\u201cMestre do Suspense\u201d.<br><\/em><strong>Georges Sadoul:<\/strong> Hitchcock declarou: <em>\u201cUm filme custa muito dinheiro, e um cinema \u00e9 uma tela diante de uma quantidade de poltronas que \u00e9 preciso encher. Por isso, para que os produtores, incluindo eu mesmo, recuperem o dinheiro investido na produ\u00e7\u00e3o de cada um dos meus filmes, dedico-me ao Suspense, que \u00e9 o que eu sei fazer melhor. Em algumas das minhas fitas, as pessoas gritam e n\u00e3o conseguem suportar a ang\u00fastia. Isso diverte-me imensamente e prova que estou no caminho certo.\u201d<br><\/em><strong>Jaime Rodrigues:<\/strong> Certa vez, Hitchcock afirmou: <em>\u201cMeu amor pelo Cinema \u00e9 mais forte do que qualquer moralidade.\u201d<br><\/em><strong>In\u00e1cio Ara\u00fajo:<\/strong> Algum tempo antes de sua morte, Hitchcock prop\u00f4s o epit\u00e1fio que gostaria de ver inscrito em seu t\u00famulo: <em>\u201cVeja o que pode lhe acontecer, se voc\u00ea n\u00e3o for um bom menino.\u201d<br><\/em><strong>R. F. Lucchetti:<\/strong> N\u00e3o sei se eu gostaria de trabalhar com e para ele. Mas, sem d\u00favida alguma, Alfred Hitchcock \u00e9 o homem que mais entende de Cinema.<br><strong>J<\/strong><strong>os\u00e9 Lino Gr\u00fcnewald:<\/strong> Hitchcock, o Cinema por excel\u00eancia.<\/p>\n<p><\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/hitchcock-3-1-1024x560.jpg\" alt=\"\"><\/figure>\n<p><\/p>\n<p><em>Hitchcock e um de seus amigos de penas.<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong><b>QUEM \u00c9 QUEM<br>A<\/b>dilson Laranjeira<\/strong> \u2013 jornalista.<br><strong>A<\/strong><strong>lfred Hitchcock<\/strong> (<em>sir<\/em> Alfred Joseph Hitchcock, 1899-1980) \u2013 cineasta ingl\u00eas.<br><strong>C<\/strong><strong>\u00e1ssio Starling Carlos<\/strong> \u2013 cr\u00edtico de Cinema.<br><strong>Ed<\/strong><strong>mar Pereira<\/strong> (1943-1993) \u2013 cr\u00edtico de Cinema.<br><strong>E<\/strong><strong>ly Azeredo<\/strong> (1930-2024) \u2013 cr\u00edtico de Cinema.<br><strong>G<\/strong><strong>eorges Sadoul<\/strong> (1904-1967) \u2013 cr\u00edtico e historiador franc\u00eas de Cinema.<br><strong>In<\/strong><strong>\u00e1cio Ara\u00fajo<\/strong> \u2013 cr\u00edtico de Cinema.<br><strong>Ism<\/strong><strong>ail Xavier<\/strong> \u2013 pesquisador e professor de Cinema.<br><strong>Ja<\/strong><strong>ime Rodrigues<\/strong> (Jaime Rodrigues Teixeira, 1941-1998) \u2013 escritor, editor, cr\u00edtico e jornalista.<br><strong>J<\/strong><strong>. C. Ismael<\/strong> (1938-2011) \u2013 jornalista, cr\u00edtico, escritor, editor e tradutor.<br><strong>J<\/strong><strong>os\u00e9 Lino Gr\u00fcnewald<\/strong> (Jos\u00e9 Lino Fabi\u00e3o Gr\u00fcnewald, 1931-2000) \u2013 poeta, tradutor, cr\u00edtico e jornalista.<br><strong>M<\/strong><strong>arcelo Lyra<\/strong> \u2013 jornalista, professor e cr\u00edtico de Cinema.<br><strong>P<\/strong><strong>edro Maciel Guimar\u00e3es<\/strong> \u2013 cr\u00edtico e pesquisador de Cinema.<br><strong>R<\/strong><strong>. F. Lucchetti<\/strong> (Rubens Francisco Lucchetti, 1930-2024) \u2013 ficcionista e roteirista de Cinema &amp; Quadrinhos.<br><strong>S<\/strong><strong>\u00e9rgio Augusto<\/strong> \u2013 jornalista e escritor.<br><strong>T<\/strong><strong>. G. Novais<\/strong> (1922-2008) \u2013 jornalista, escritor e tradutor nascido provavelmente no Brasil.<\/p>\n<p><em>M<\/em><em>arco Aur\u00e9lio Lucchetti \u00e9 professor universit\u00e1rio e pesquisador de Cinema, Quadrinhos e livros populares.<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><\/p>\n<p><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sele\u00e7\u00e3o, Organiza\u00e7\u00e3o e Edi\u00e7\u00e3o: Marco Aur\u00e9lio Lucchetti Pedro Maciel Guimar\u00e3es: A carreira [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7212,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[60],"tags":[],"class_list":["post-7195","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cinematografo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cauim.org\/fr\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"fr_FR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Sele\u00e7\u00e3o, Organiza\u00e7\u00e3o e Edi\u00e7\u00e3o: Marco Aur\u00e9lio Lucchetti Pedro Maciel Guimar\u00e3es: A carreira [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cauim.org\/fr\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Cine Clube Cauim\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-05-07T13:29:48+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-29T18:48:32+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MV5BMjNjZDM0NGUtZmE0Yy00MTI3LThkNTYtODVlZTUzM2M4Yjk5XkEyXkFqcGc@._V1_-scaled.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1979\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"2560\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"marcoal.lucchetti\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"marcoal.lucchetti\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\"},\"author\":{\"name\":\"marcoal.lucchetti\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/person\/3f1c3cdcd0cfeb72cea8b62c3585a4dc\"},\"headline\":\"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK\",\"datePublished\":\"2025-05-07T13:29:48+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-29T18:48:32+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\"},\"wordCount\":2145,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Cinemat\u00f3grafo\"],\"inLanguage\":\"fr-FR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\",\"url\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\",\"name\":\"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#website\"},\"datePublished\":\"2025-05-07T13:29:48+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-29T18:48:32+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"fr-FR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/cauim.org\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#website\",\"url\":\"https:\/\/cauim.org\/\",\"name\":\"Cine Clube Cauim\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/cauim.org\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"fr-FR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#organization\",\"name\":\"Cine Clube Cauim\",\"url\":\"https:\/\/cauim.org\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"fr-FR\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cauim-roxo.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cauim-roxo.png\",\"width\":596,\"height\":161,\"caption\":\"Cine Clube Cauim\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.instagram.com\/cauimoficial\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/person\/3f1c3cdcd0cfeb72cea8b62c3585a4dc\",\"name\":\"marcoal.lucchetti\",\"url\":\"https:\/\/cauim.org\/fr\/author\/marcoal-lucchetti\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cauim.org\/fr\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/","og_locale":"fr_FR","og_type":"article","og_title":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim","og_description":"Sele\u00e7\u00e3o, Organiza\u00e7\u00e3o e Edi\u00e7\u00e3o: Marco Aur\u00e9lio Lucchetti Pedro Maciel Guimar\u00e3es: A carreira [&hellip;]","og_url":"https:\/\/cauim.org\/fr\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/","og_site_name":"Cine Clube Cauim","article_published_time":"2025-05-07T13:29:48+00:00","article_modified_time":"2026-01-29T18:48:32+00:00","og_image":[{"width":1979,"height":2560,"url":"http:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MV5BMjNjZDM0NGUtZmE0Yy00MTI3LThkNTYtODVlZTUzM2M4Yjk5XkEyXkFqcGc@._V1_-scaled.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"marcoal.lucchetti","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"marcoal.lucchetti","Est. reading time":"11 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/"},"author":{"name":"marcoal.lucchetti","@id":"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/person\/3f1c3cdcd0cfeb72cea8b62c3585a4dc"},"headline":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK","datePublished":"2025-05-07T13:29:48+00:00","dateModified":"2026-01-29T18:48:32+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/"},"wordCount":2145,"publisher":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/#organization"},"articleSection":["Cinemat\u00f3grafo"],"inLanguage":"fr-FR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/","url":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/","name":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK - Cine Clube Cauim","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/#website"},"datePublished":"2025-05-07T13:29:48+00:00","dateModified":"2026-01-29T18:48:32+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#breadcrumb"},"inLanguage":"fr-FR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cauim.org\/o-que-disseram-sobre-alfred-hitchcock\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cauim.org\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O QUE DISSERAM SOBRE ALFRED HITCHCOCK"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cauim.org\/#website","url":"https:\/\/cauim.org\/","name":"Cin\u00e9-club Cauim","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cauim.org\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"fr-FR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/cauim.org\/#organization","name":"Cin\u00e9-club Cauim","url":"https:\/\/cauim.org\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"fr-FR","@id":"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cauim-roxo.png","contentUrl":"https:\/\/cauim.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cauim-roxo.png","width":596,"height":161,"caption":"Cine Clube Cauim"},"image":{"@id":"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.instagram.com\/cauimoficial\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cauim.org\/#\/schema\/person\/3f1c3cdcd0cfeb72cea8b62c3585a4dc","name":"marcoal.lucchetti","url":"https:\/\/cauim.org\/fr\/author\/marcoal-lucchetti\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7195"}],"version-history":[{"count":43,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7195\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9100,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7195\/revisions\/9100"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cauim.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}